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A escolha da taça de cristal para vinho

Uma pesquisa que ajudará muito a escolha das taças.

O modelo e estilo de cada taça deve ser compatível com a fermentação do vinho: tinto, branco, rosé, champanhe e licoroso,  para que surjam o caráter e as emoções em cada gole.

 

 

A importância da apresentação adequada dos cristais é porque o vinho é um líquido vivo, que fermenta dentro da garrafa, e quando são abertos sabemos que o oxigênio tem um impacto sobre o produto e as manipulações seguintes realizadas (conservação, temperatura, mudança, transporte, decantação) o vinho pode reagir positiva ou negativamente.

Tente evitar beber mais de um tipo de vinho na mesma taça, porque o sabor e os vestígios do vinho precedente afetam o sabor do outro.

Por isso, proporcionar sempre o máximo de taças de vinho, sem esquecer a de água.


 

A taça para vinho também é imagem plástica, uma bela decoração para a mesa. Para não cometer erros e obter o melhor efeito, os grandes cristais são o melhores, dispostos sobre uma toalha branca.

Os cristais coloridos nunca devem ser usados.  O que torna o vinho atraente, tanto do ponto de vista de impressões sensitivas como de avaliação técnica, vem do visual e isto será inviável num cristal colorido, ótimo para decoração, fora de decisão se usá-lo para tomar vinho. As taças devem ser transparentes, sem desenhos ou adornos (lapidações), ou seja sem  qualquer exagero que atrapalhe a visão, o olfato e o paladar do vinho.


 

Sempre limpos e livres de qualquer resíduo que possam atrapalhar a degustação do vinho. Tanto pelo aspecto de limpeza em si como no sentido de proteção dos mesmos, que são na maioria bastante frágeis e delicados.

Para cada cristal o formato é uma técnica pura. Depois de muitos anos e estudos, os recipientes foram desenvolvidos para conduzir o vinho para a boca e o nariz de maneira a realçar cores, aromas e sabores do fermentado, o que influencia no resultado.

Existem basicamente três escolhas que variam de acordo com a presença e o teor de chumbo, metal que é utilizado na produção: de cristal (com 24% de chumbo), cristal de vidro (com 10% de chumbo) ou vidro (isento de chumbo). O chumbo é o que dá mais leveza, delicadeza e sonoridade, além de fazer com que a espessura da taça seja mais fina.

O chumbo é tóxico e pode causar envenenamento, mas após muitos estudos e pesquisas, ficou determinado que 24% de chumbo é um percentual seguro. Este é o índice usado em todas as  cristalerias pelo mundo. A partir disto surgiu o cristal: mais fino, muito mais delicado e muito mais frágil. O vinho pode ser bebido  tranquilamente em um bom cristal devido ao chumbo pois o tempo de contato dele com a taça é insignificante para que ocorra uma contaminação.

 

 

Os cristais puros são as mais permeáveis (são os corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos, tais como fluidos e líquidos); fator que é inquestionável quando giramos um cristal com vinho enquanto o degustamos, forçando as moléculas contra a parede áspera, que se quebram e alcança uma grande concentração de aromas.


Dicas:

1 - requisitos básicos para os cristais: taça separada da base por uma haste; abertura mais estreita que o bojo; cristal ou vidro fino; incolor; limpeza cuidadosa; volume em torno de 350 ml e o conteúdo servido não deve ultrapassar a metade da sua capacidade.

2 - comprar um par de taças por mês. Formando assim uma coleção completa, para que as degustações sejam mais extraordinárias.

3 - todos os cristais possuem haste e ela não está lá para enfeite. A haste serve para que você segure de maneira correta, sem encher o bojo do cristal com marcas de dedos, e minimizar o aquecimento do líquido quando em contato com a mão.

4 – a taça usada em degustações oficiais é a Taça ISO, serve tanto para brancos quanto para os tintos. É o melhor modelo para você começar seu patrimônio.
 
5 - Cristais cheios de lapidações só servem para enfeitar a cristaleira da vovó.


Curiosidade: aqueles cristais baixos e largos como sendo de Champagne muito usados em outras épocas, a lenda conta que seu formato foi moldado no seio de Rainha Maria Antonieta (da França) eles não devem ser usados, pois a sua abertura é larga, o que dificulta a formação de espuma e faz com que o aroma se disperse no ar. Como também sua altura é pequena que não permite o correto desprendimento das borbulhas.


          

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